SPD inicia segundo ciclo de monitoramento de comunidades terapêuticas de 2016

22 de março de 2016 - 12:31

Secretaria lançará edital para seleção de novas unidades

A Secretaria Especial de Políticas sobre Drogas (SPD) inicia, nesta terça-feira, 22, o segundo ciclo de monitoramento de 2016 nas 20 Comunidades Terapêuticas (CTs) conveniadas com a pasta e com a Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas (Senad) para o acolhimento de pessoas com problemas relacionados ao uso ou abuso de álcool e outras drogas.

O trabalho será desenvolvido até o final de abril próximo, com a participação de técnicas da Coordenadoria de Políticas sobre Drogas (Copod) da SPD. O monitoramento visa conferir as condições oferecidas pelas CTs para acolhimento dos usuários encaminhados, incluindo itens como higiene, limpeza, alimentação e oferta de atividades de autocuidado, dentre outros.

A secretária Mirian Sobreira, titular da SPD, ressalta que o monitoramento das CTs é um trabalho desenvolvido durante todo o ano pela Secretaria com o objetivo de assegurar o atendimento adequado e a oferta de serviços qualificado aos acolhidos nas diversas unidades.

As comunidades terapêuticas são espaços dedicados a receber pessoas que apresentam dependência de álcool e outras drogas. O tempo ideal de permanência varia de seis a nove meses, conforme a situação de cada pessoa, podendo durar, no máximo, 12 meses. Mirian Sobreira destaca que o acolhimento é sempre voluntário. Assim, a pessoa deve desejar ser recebida na CT. Além disso, o acolhimento é custeado por recursos públicos.

No período de acolhimento, são realizadas atividades recreativas voltadas à espiritualidade e autocuidado, entre outras ações que favoreçam o retorno da pessoa à sociedade, como cursos de qualificação profissional. As atividades ampliam as oportunidades de melhoria da autoestima e a obtenção de colocação no mercado de trabalho após o término do tratamento.

Edital

A SPD aguarda parecer da Procuradoria Geral do Estado (PGE) para o lançamento do edital de seleção de CTs para o ano de 2016. A ideia é contar com unidades de acolhimento em todas as macrorregiões do Ceará, além da ampliação das vagas. Atualmente, o Sistema Acolhe Ceará dispõe de 572 vagas nas CTs. A maioria das unidades fica localizada na Região Metropolitana de Fortaleza (RMF).

Fernando Brito
Repórter

Lena Ximenes
Assessora de Comunicação da Secretaria Especial de Políticas sobre Drogas (SPD)
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